Nossa. Faz tempo meesmo que não passo por aqui....mas também, as coisas andam corridas.
Estava eu, cá com os meus botões, pensando, refletindo sobre diversos assuntos da vida.
É fato que, querendo ou não, aparecem pessoas na vida que querem o nosso mal. Pode até não ser "Maaaaaaaall", mas tenta te por pra baixo, te trazer coisas negativas e, as vezes, nem se sabe da existência dessas intenções. Entretanto, essas pessoas só atingem que as deixa atingir. Por isso tenho uma teoria: Aja de acordo com a sua consciência, faça o bem e não espere nada em troca. Nunca espere nada dos outros. Se o bem for feito, prevalecerá mais cedo ou mais tarde.
- "Ah, mas e se a pessoa te sacaneia depois?"
Ah, o problema é dessa pessoa! Você estará com a sua consciência tranquila, pois terá feito o que podia, o que considerava certo fazer. Se o bem que você fez não voltar por meio de um, volta por meio de outro. É a arte de amar.
Certa vez, a long looong time ago ("..i can still remember.."), eu aprendi que existe este tipo de arte. Uma arte que edifica, que te faz melhor e que te leva para frente. Hoje, em meio às atribulações da vida, em todos os aspectos, ela me vem à memória. Acho que ela, neste momento, está sendo a solução para diversas indagações que tenho feito ultimamente.
Você, eu, todos nós, naquele momento de dúvida perguntamos: “E agora, o que eu faço?”
A arte de amar responde em 6 pontos:
- Ame a todos.
- Ame seus inimigos.
- Seja o primeiro a amar.
- Estabeleça o amor recíproco.
- Faça-se um.
- Veja Jesus no outro. (funciona pra quem acredita Nele, certo?!)
Senão vejamos, de uma forma sintética (e quase leviana):
- Amar a todos: não discrimine, não pise, mas também não se humilhe.
- Amar o inimigo: é. É mt difícil. Mas, pq não? O amor transforma e só edifica coisas boas. Talvez seu “inimigo” (ou aquela pessoa que você não gosta) seja uma pessoa carente desse amor. E só podemos dar aquilo que temos. Ame-o. Perdoe-o.
- Ser o primeiro a amar: outro ponto difícil. A gente sempre espera que a atitude venha do outro, né? Mas que tal mudar? Ser o primeiro a estender a mão.
- Estabelecer o amor recíproco: O amor bem semeado volta em forma de bons frutos. Praticando o bem, ele volta. E assim a gente cria “uma corrente do bem” (lembram do filme?).
- Fazer-se um: é tentar entender o próximo, é partilhar da sua dor e alegria. Estar junto nos momentos de necessidade e naqueles nem tão necessários assim (rsrsrrs). “todos pela unidade”.
- Ver Jesus no outro: este ponto só vai servir p qm acredita em Jesus (dã!). é pensar antes de agir: “o que Jesus faria diante de uma situação dessas?”. Ele é nosso paradigma, o maior exemplo de amor.
É, eu sei que isso parece meio utópico ao ser falado assim, mas te digo que funciona. E se vc não acredita em nada religioso, acredite, pelo menos, na força do bem, do amor.
Então, bote um sorriso no rosto e “nunca perca uma oportunidade de amar”*.
**Se não me engano, uma grande entusiasta da arte de amar foi Chiara Lubich – fundadora do movimento focolare. (mais sobre ela aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Chiara_Lubich).